Por: Marco D'eça
Antipolítica, antijornalista, anticandidata…
os epítetos podem definir o jeito heterodoxo da deputada federal do PPS, mas
não explicam como ela consegue quebrar paradigmas e se manter na ponta da
disputa em São Luís – o que, no final das contas, é que mais importa.
Nos meios políticos ela
é tida como a antipolítica, aquela que faz tudo errado e, no fim, tudo acaba
bem.
Nos meios jornalístico
ela é vista como a antijornalista, que não consegue estabelecer uma comunicação
clara, mas, mesmo assim, acaba tornando-se fenômeno de mídia.
E na campanha eleitoral,
ela é vista como a anticandidata, aquela que se movimenta da maneira mais
difícil possível e, ao final, mostra como foi fácil estabelecer a conexão com o
eleitor.
A despeito de todas as
suas características, a deputada federal Eliziane Gama (agora no PPS)
segue sendo a principal adversária do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) na
disputa pela Prefeitura de São Luís.
Na verdade, o que
Eliziane faz é quebrar paradigmas.
Quando todos imaginam
que o certo é fazer assim, ela faz assado; e quando todos dizem qual o caminho
a seguir, ela segue outro, e chega no mesmo lugar estabelecido.
É cedo para dizer se
Eliziane tem cacife político para se tornar liderança estadual na política
maranhense, dentro dos paradigmas estabelecidos por raposas políticas.
Mas não há como negar
que ela teve seus próprios méritos para chegar onde chegou.
E, sozinha, está na
ponta da disputa na capital maranhense.
E, no final das contas,
é isso que importa…

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