Por: Diego Emir
Fora de disputas
eleitorais desde 2010, quando se elegeu deputado estadual – o mais votado na
oportunidade – Ricardo Murad já se prepara para voltar a ser testado nas urnas.
O ex-secretário de Saúde não esconde de ninguém o seu desejo de concorrer ao
cargo de governador em 2018 e inclusive anuncia que mesmo se não tiver o apoio
do PMDB, ele vai entrar na disputa.
Recentemente em entrevista
a uma rádio de Peritoró, Ricardo anunciou: “sou candidato e vou disputar as
eleições contra Flávio Dino em 2018”. No último fim de semana em conversa
com aliados e parte do seu grupo político em Coroatá, Murad reforçou a idéia: “sou candidato a governador, mesmo sem apoio de Roseana
ou dos demais membros do PMDB”.
Ricardo tem consciência
que no PMDB a sua candidatura vai enfrentar dificuldades para ser lançada,
portanto ele já prepara um desembarque da legenda. Ainda não sabe qual será o
seu destino, mas dificilmente deve permanecer no partido. Murad chegou a
ensaiar uma desfiliação da sigla, mas optou por permanecer e enfrentar o
senador João Alberto na eleição interna, porém acabou derrotado.
No entanto com status de
bom gestor pelas realizações promovidas na Gerência Metropolitana em São
Luís, Secretaria de Saúde do Maranhão e Secretaria
de Inovação e Modernização de Coroatá, Ricardo vai apostar no seu trabalho para
convencer o eleitorado maranhense que está na hora de parar de apostar em quem
tem muito discurso, mas pouca experiência e capacidade de gestão.
E ele vai mostrar que é
exatamente o contrário, afinal, Ricardo Murad tem muitas obras a mostrar, basta
lembrar dos hospitais construídos no Maranhão. Fora o que foi desenvolvido em
São Luís durante a Gerência Metroplitana e em
Coroatá ao longo dos últimos anos.
Em 2002, Ricardo chegou a
disputar o cargo de governador. Na oportunidade ele chegou a alcançar um
percentual perto dos 5% dos votos, mas por problemas na Justiça, os seu votos
foram anulados e acabou envolvido em uma polêmica que favoreceu Zé Reinaldo
Tavares, que acabou vencendo no primeiro turno com a punição dada a Murad.
Antes de 2018, o pretenso
candidato a governador terá desafios pela frente, eleger os seus aliados
políticos, o que será fundamental para consolidação do seu nome no cenário
estadual, assim como da sua esposa – Teresa Murad – em Coroatá. Na capital
maranhense, ele vive a indefinição, ainda sonha com a possibilidade de Andréa
Murad entrar na corrida eleitoral.
Nenhum comentário:
Postar um comentário