Eduardo Braide contesta resultado da eleição de 2016, em
São Luís, no TRE, segundo ele, a máquina pública estadual foi decisiva no
pleito

Processo semelhante ao de Coroatá, que tornou o
governador Flávio Dino (PC do B), inelegível por 8 anos, devido ao uso da
máquina pública para favorecer aliados, também foi protocolado em 2016, pelo
então candidato à prefeitura de São Luís, Eduardo Braide (PMN). O candidato
alegou por meio de uma ação de quase 1000
páginas, nas quais denuncia o que, a seu juízo, foram praticados crimes
eleitorais – como abuso de poder econômico, compra de votos, uso das máquinas
administrativas do Município e do Estado em favor do prefeito Edivaldo Holanda
Júnior (PDT), entre outras alegações.
Braide, que disputou o 2º turno com o
prefeito Edivaldo Jr, pediu à Justiça Eleitoral que anulasse a eleição para
prefeito de São Luís dentre outros pedidos, de acordo com o que prevê a
legislação eleitoral - foi justamente por meio deste processo que tramita no
TRE, que Braide se declarou oposição ao Palácio dos Leões, o principal ponto
foi o abuso da máquina pública estadual.
Na ação de 2016, que questiona o
resultado do processo eleitoral de São Luís, na qual foi decidida, segundo
Eduardo Braide, depois de chegaram às suas mãos diversas denúncias,“todas
com provas”, de que teria havido distorções graves na eleição de
prefeito em São Luís. Braide afirma ter provas de que houve desvios na corrida
ao voto e que está convencido de que a sua denúncia causará uma grande
reviravolta no caso.
E mais: a ação
foi protocolada pelo advogado José Antônio Almeida, um dos mais respeitados
especialistas em direito eleitoral. Ele avaliou à época que as provas que
reuniu na ação são mais do que consistentes
Do blog do Filipe Mota
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